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12 de dezembro de 2017

5 documentários de moda para você ver já (inclusive, no Netflix!)

Quer melhorar o seu repertório sobre o universo fashion and adquirir referências espertas para conversar sobre o assunto? Então, consulte a nossa lista, prepare a pipoca e aperte o play!

 

  1. Franca – Chaos and Creation (2016)

Recém-chegado ao Netflix, o documentário que conta a história da trajetória de Franca Sozzani, diretora da Vogue Itália por 28 anos e uma das mais importantes personagens do jornalismo de moda, é quase um soco no estômago – que carreira teve essa mulher! O longa é dirigido por seu filho Francesco Carrozzini (que, vale lembrar, está noivo de Bee Shaffer, filha de Anna Wintour) e alterna alguns bate-papos dos dois, num momento bem legal de mãe e filho tipo-gente-como-a-gente, com depoimentos de personagens mega ultra importantes como Karl Lagerfeld e Valentino e passagens de trabalhos feitos na revista. Em meio a uma chuva de frases de efeito (“Uma foto saiu mal? Paciência. Um casamento saiu mal? Paciência. O segundo casamento saiu mal? Paciência” e “Não seja sovina com seus sonhos, sonhos devem ser grandiosos”) Franca dá uma aula de jornalismo de moda – informação, pioneirismo, gestão e imagem. Ela, por exemplo, dedicou uma edição inteira da revista à violência contra a mulher, lá em 2014. É must-see!

 

  1. Lagerfeld Confidential (2007)

É para entender o dia-a-dia do kaiser mais famoso da moda – diretor criativo da Chanel e da Fendi, criador absoluto de hits fashion. Como vive Karl Lagerfeld? Quais são suas inspirações? Seus hábitos, seus amantes? Brincadeiras a parte, o doc é um compilado de três anos de filmagens sobre a vida do estilista – desde seu caótico apartamento em Paris, até os bastidores de grandes desfiles, passando ainda por alguns episódios de  sua infância na Alemanha. Keeping Up With the Lagerfelds, alô?

 

  1. Dior And I (2014)

Apesar de Raf Simons já ter deixado a direção criativa da maison (agora ele toca a Calvin Klein) o filme vale pelo deslumbramento de conhecer a rotina (estressante) de quem trabalha em uma das marcas de luxo mais importantes do mundo. Além de mostrar o estranhamento de Raf, conhecido por seu perfil minimalista, ao chegar em uma empresa de alma totalmente romântica e feminina, o “Dior and I” traz depoimentos de pessoas tão responsáveis quanto o designer pelas criações que ganham as ruas mundo afora – leia-se costureiras e textil makers. São relatos e imagens de uma história que acabou, bem estremecida, pouco tempo depois.

 

  1. The September Issue (2009)

Como nasce uma revista? E quais são os bastidores daquelas edições que mais parecem uma bíblia fashion? Hora de descobrir! O documentário revela o passo a passo da produção de uma September Issue (edição de setembro, a maior e mais importante do ano no hemisfério norte) da Vogue americana – com direito a diversas passagens com a toda poderosa Anna Wintour e sua dupla Grace Codington, diretora criativa do título. Como são feitos os editoriais, como é o acervo de uma revista, quem dá as cartas… está tudo ali! E afinal, a história do “Diabo Veste Prada” é real oficial? Aperte o play e descubra! PS.: A edição da revista que deu origem ao longa (setembro de 2007) pode ser encontrada online, mais por mais de cem dólares.

 

  1. Cartier, La Petite Boîte Rouge ou Cartier, a Caixinha Vermelha (2013)

Um pouco menos sobre o mundo da moda, mas muito imporante para a história da joalheria. O documentário que reconta a vida da maison Cartier, fundada em 1847, é um show de poder e riqueza, com centenas de imagens de joias luxuosíssimas, pedras preciosas de quilates infinitos e takes de divas do cinema. A história é também sobre se reinventar, já que narra que para manter as portas abertas a joalheria teve que deixar um pouco de lado as peças exclusivas e carééésimas para investir em menores e em relógios. É enriquecedor, mas um pouco triste (sério!) ver a evolução do nome. E a lição aqui é sobre consumo: você sabia que as marcas de luxo sobrevivem graças às peças mais populares, joias menores, it-bags, sapatos, óculos escuros…? Irônico, de certo modo.

 

Fonte: Glamour

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